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REGIÃO
Aparecimento de cobras atrapalha funcionamento de escola em Santa Maria
Um dos animais foi fotografado perto de crianças na sala do maternal. Diretoria pediu construção de muro; prefeitura diz que não tem dinheiro, mas que visitará o local.
Gilmar Machado Redentora - RS
Postada em 04/12/2017 ás 16h40
Aparecimento de cobras atrapalha funcionamento de escola em Santa Maria

Foto: Reprodução/RBS TV


O aparecimento de cobras em uma escola municipal de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, tem atrapalhado as aulas. Neste ano, três animais foram flagrados no local, uma delas perto de crianças que dormiam em colchonetes na sala do maternal.




As outras duas cobras apareceram em um corredor que dá acesso às salas de aula e no refeitório. A Escola Municipal Sérgio Lopes fica perto de um arroio. Por isso, a direção sugere a construção de um muro. A prefeitura, porém, diz que não tem dinheiro para a obra.




"Da primeira vez que eu levei a cobra na Secretaria de Educação, uma das pessoas lá havia me questionado porque eu havia matado a cobra, e eu disse exatamente isso, que ela estava ao lado do colchão do bebê. Eu não tinha como decidir na hora ou saber, eu não sou bióloga para saber se a cobra é venenosa ou não, eu sou pedagoga, não é a minha formação. Tanto que a pessoa foi procurar na internet para ver que tipo de cobra era", conta a siretora Vanessa Flôres.




A prefeitura diz que o prefeito vai visitar a escola. Com a verba que recebe para manutenções, a diretora afirma que não tem condições de bancar a construção. No local, estudam 190 crianças.




"A verba é de R$ 2 mil a cada dois meses, então é R$ 1 mil por mês para manter a escola", afirma.




Cerca de 100 metros separam o arroio da escola. Há uma proteção no pátio, mas que impede a entrada de animais maiores, não de cobras.




Especialista diz que não há riscos





Professores, direção, pais e alunos ficam com medo, mas o especialista Santos Braz, que é administrador do Criadouro São Braz, de Santa Maria, garante que não há riscos.




"São serpentes semipeçohentas, da família da cobra-cipó e da papa-pinto. Não há risco. O que a gente pede é que se mantenha o pátio da escola limpo, roçado. E também chamar atenção dos vizinhos a terrenos baldios, para que façam a limpeza. Se os animais estão nesses locais, é porque há alimentos para eles. Eles se alimentam de roedores, comem pássaros e vegetação baixa", esclarece.




As visitas das cobras já viraram assunto na escola. "Os cuidados com a cobra, o tipo de animal, do que se alimentam. Para que eles pudessem ter mais informações, e não correr tanto risco devido à curiosidade deles", explica a professora do primeiro ano Ana Caroline Preto.




Uma das crianças da escola, um menino de 6 anos, diz que já viu uma cobra quando saía dali com a mãe. "Eu olhei para trás e a cobra estava passando. Era vermelha com preto", conta Diogo Oliveira.





No berçário, onde ficam 25 crianças, a atenção é redobrada. Antes de receber os bebês, todos os cantos da sala são revistados. "Na chegada, a gente tem revisado todos os cantinhos, a gente recua os brinquedos, os colchões, revisa tudo, em função disso", relata a professora Fabiane Bayer.




FONTE: G1 RS
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