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SAÚDE
Passo Fundo ocupa a 34ª posição em casos de Aids entre cidades com mais de 100 mil habitantes no Brasil
Em 2017 já são 11 mortes pela AIDS na cidade
Gilmar Machado Redentora - RS
Postada em 28/11/2017 ás 20h15
Passo Fundo ocupa a 34ª posição em casos de Aids entre cidades com mais de 100 mil habitantes no Brasil

Foto: Divulgação

No dia 1º de dezembro é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Para marcar a data teremos atividades na Praça Tochetto de Passo Fundo, das 8h às 18h. Lá serão oferecidos testes rápidos e orientações para a comunidade, tudo gratuito.


A doença já foi motivo de pânico quando desembarcou no Brasil, popularizando o uso do preservativo, em uma época em que após pegar a doença a morte era rápida e inevitável. Com o passar dos anos a medicina evoluiu no tratamento e a doença passou de sentença para um problema controlável.


Em entrevista na Uirapuru, a enfermeira Seila de Abreu, responsável pela Vigilância em Saúde de Passo Fundo, alertou para o aumento alarmante nos casos de HIV em Passo Fundo. Conforme ela, muito disso está associado à baixa guarda da população diante do avanço no tratamento.


Hoje Passo Fundo ocupa a posição 34 dentre as cidades com mais de cem mil habitantes no que diz respeito a número de casos. Enquanto a média brasileira é de 18 casos de HIV para cada 100 mil habitantes, Passo Fundo tem 49 casos para cada 100 mil habitantes, em dados de 2016.


A enfermeira Seila fez outra revelação que assusta: em 2016 a cidade teve 23 mortes de pessoas residentes infectadas. Em 2017 já são 11 mortes pela Aids na cidade. Os números seguem em crescimento, com 90 casos novos diagnosticados por ano na cidade.


Seila explicou que a faixa etária de pessoas infectadas é de 18 a 39 anos, com predominância a homens e um aumento que chamou a atenção nos casos de HIV entre homossexuais, especialmente homens que se relacionam com outros homens.


Seila alertou que muitas pessoas estão descobrindo tarde demais que possuem a doença, quando doenças oportunistas pelo sistema fraco se instalam, o que diminui a eficácia do tratamento e aumenta o risco de morte. Para isso, além do preservativo é importante que a população faça o teste rápido regularmente.

FONTE: Rádio Uirapuru
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