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POLÍTICA
Dos 44 senadores que votaram a favor de Aécio, 19 são alvo da Lava-Jato
Parlamentares investigados fizeram as defesas mais enfáticas do colega tucano em plenário
Jooh Silvestre Redentora - RS
Postada em 18/10/2017 ás 10h12
Dos 44 senadores que votaram a favor de Aécio, 19 são alvo da Lava-Jato

Aécio foi denunciado pela PGR por obstrução de Justiça e corrupção passiva (Tadeu Vilani / Agencia RBS)

Dos 44 senadores que votaram na noite de terça-feira (17) para derrubar as medidas cautelares impostas ao tucano Aécio Neves (MG), ao menos 19 (43,2%) são alvo da Operação Lava Jato. A maior parte deles (10) é do PMDB, partido que mais deu votos a favor do senador mineiro – foram 18 no total.


Apenas dois senadores do PMDB votaram por manter a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que afastou e determinou o recolhimento noturno de Aécio. Foram contrários ao tucano Kátia Abreu (PMDB-TO), também alvo da Lava-Jato, e Roberto Requião (PMDB-PR).


Partiram dos investigados as defesas mais enfáticas para que o Senado barrasse as restrições impostas a Aécio. O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), por exemplo, foi um dos cinco a discursar em defesa do tucano. 


Mesmo em recuperação de uma cirurgia, ele descumpriu recomendação médica para participar da sessão e ajudar a "salvar" o colega. 


— Quis Deus que eu tivesse a saúde para que, depois de operado, estivesse aqui hoje também para falar desta tribuna como último orador — disse o senador no discurso.


Também fazem parte da lista nomes como Renan Calheiros (PMDB-AL), Jader Barbalho (PMDB-MA) e Valdir Raupp (PMDB-RR). No PSDB, que deu 10 dos 11 votos possíveis a favor do correligionário, três senadores são alvo da Lava-Jato: Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB) e José Serra (SP). Apenas Ricardo Ferraço (ES), também investigado, não compareceu à votação.


Dos 26 que votaram contra o tucano, seis são alvo da Lava-Jato. Entre eles o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), líder da bancada. O partido chegou a divulgar uma nota, logo após o afastamento de Aécio, na qual defendeu o enfrentamento com o Supremo, mas recuou após repercussão negativa.
FONTE: Gaúcha ZH
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