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ESPORTES
COM JUSTIÇA, UM NOVO CAMPEÃO
Novo Hamburgo quebra hegemonia do Inter e se consagra Campeão Estadual pela primeira vez
Jooh Silvestre Redentora - RS
Postada em 07/05/2017 ás 21h36 - atualizada em 07/05/2017 ás 22h14
COM JUSTIÇA, UM NOVO CAMPEÃO

Foto: Diogo Sallaberry /Agencia RBS

Como diria Bruce Buffer, "And New Gaúcho Championship", Novoooo Hamburgoooo


Sim, o Gauchão terminou. E lá no princípio do campeonato talvez nenhum gaúcho tivesse imaginado que  presenciaria essa cena hoje, dia 07 de maio de 2017. Um dia para a história.


Pra os colorados, caso tivessem ganhado, seria mais do mesmo. Apenas mais um Troféu Estadual se juntaria a outros 45 já conquistados na História.


Mas para a equipe anilada de Novo Hamburgo, que mesmo com jogadores experientes, foi sem dúvidas  o maior feito da carreira de cada um deles.  Era uma realização pessoal e profissional que somente eles juntamente com a diretoria e comissão técnica acreditavam ser possível. Quem, em sã consciência, apostaria no Nóia como Campeão Gaúcho, com uma folha salarial de 160.000 reais mensais, contra a Dupla Gre-Nal do alto de seus 7 a 8 milhões de reais mensais?


Pois é. O Novo Hamburgo não superou apenas o Inter. Venceu, em sequência, a Dupla Grenal.  Fez o que ninguém jamais ousou imaginar. O impossível aconteceu.  A conquista chegou.


Ambas as equipes chegaram a final calejados por uma disputa de pênaltis nas semis. O jogo teve domínio do Nóia no primeiro tempo, embora sem possibilidades de gol, além do marcado contra por Ernando (ou seria Errando?), e o Inter foi bem superior na segunda etapa, e poderia ter vencido, com as inúmeras chances desperdiçadas. Mas não venceu.


Contra o Inter, pesa a decisão sempre errada do treinador, que todos os jogos erra na escalação e mudando no intervalo o time melhora consideravelmente, Anselmo saiu no jogo passado e hoje Ernando. Fazer o quê? Ele é teimoso e pronto. Sabe que não vai dar certo e insiste. 


Mas não estamos aqui para falar do Inter. O Novo Hamburgo merece todos os louros da vitória. O time sabe de suas limitações e joga fazendo o que treina. Muita bola aérea, seu ponto forte, e ali consegue seus resultados (detalhe, contra o Grêmio na Semi e Inter na Final, todos os gols foram de cabeça em bolas cruzadas na área.)


Seu técnico explora o melhor de cada um dos seus jogadores. E eles jogam por ele. E pela torcida. E pela cidade. e claro, pelo time.


Nas penalidades, não se pode achar um culpado. Não era dia de D'alessandro e cia na marca da cal. Mas aí se fez justiça. Fosse o dia dos cobradores e do goleiro Danilo Fernandes, O Inter poderia ter se saído campeão. Mas como tirar esse título de uma equipe que fez a melhor campanha da fase classificatória? Que superou as dificuldades financeiras e passou por cima da descrença do povo apaixonado por futebol?


Fez-se justiça. 


Aos vencedores, a GLÓRIA, aos vencidos, nada.


A história foi escrita. E contada.

FONTE: Por Jooh Silvestre/ RD Foco
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