Quarta, 19 de dezembro de 2018
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Geral

11/10/2018 ás 14h47

Josoel Silvestre

Redentora / RS

Estradas federais consideradas ruins ou péssimas somam 30% no RS, diz Dnit
Trechos classificados como bons ou regulares caíram de 92% para 69% neste ano
Estradas federais consideradas ruins ou péssimas somam 30% no RS, diz Dnit
Trechos classificados com bons ou regulares caíram de 92% para 69% neste ano | Foto: Alina Souza

A qualidade das rodovias administradas pelo governo federal caiu no Rio Grande do Sul neste ano. O índice dos trechos avaliados como bom e regular passou de 92% no levantamento feito em 2017, para 69%, neste ano. Os quilômetros que eram considerados ruim ou péssimo totalizavam 9% (2017) e agora, somam 30% (2018). Os dados constam Mapa de Condição da Manutenção (ICM) elaborado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), divulgado nessa semana. Em função de ajustes, o total em 2017 soma 101% e no ano passado, 99%.


 


A avaliação é dividida em quatro níveis: bom, regular, ruim e péssimo. Segundo o mapa, no Rio Grande do Sul, neste ano, 38% das rodovias apresentavam condição boa; 31% estavam em situação regular; 20% estavam ruim; e 10% foram avaliadas como péssimas. Nesta avaliação, não estão incluídas as rodovias federais concedidas no momento da apuração.


 


No país, dos 57,2 mil quilômetros de rodovias pavimentadas e administradas pelo DNIT, 59% foram consideradas em bom estado de conservação, o que representa 33,7 mil quilômetros. A pesquisa revelou ainda que 18% das rodovias estão em estado regular; 10%, ruim; e 13%, péssimo. No primeiro levantamento, que refletia o estado da malha federal no primeiro trimestre de 2017, 67,5% das rodovias estavam em bom estado; 21%, regular; 7%, ruim; e 5%, péssimo.


 


A queda na qualidade coincide com a redução nos investimentos para a infraestrutura. Para se ter uma dimensão, a média do orçamento do Ministério dos Transportes para o setor caiu de 28% nos últimos anos. Em recursos, passou de R$ 9,66 bilhões (2011 a 2014) para R$ 6,97 bilhões (2015 a 2018). A radiografia serve para a tomada de decisões sobre investimentos como obras de implantação, pavimentação, duplicação e manutenção da malha. “Apesar do contingenciamento, garantimos os investimentos para a conservação e manutenção da malha, o que é prioritário para evitar a degradação do patrimônio público e também para garantir segurança a quem viaja”, afirmou o ministro dos Transportes, Portos e Aviação, Valter Casimiro.

FONTE: Mauren Xavier/Correio do Povo

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