Quarta, 19 de dezembro de 2018
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Saúde

01/10/2018 ás 08h56

Josoel Silvestre

Redentora / RS

Ministério da Saúde estuda incluir duas novas doses no calendário de vacinação
Aplicações imunobiológicas protegem paciente de doenças como pneumonia, meningite e otite
Ministério da Saúde estuda incluir duas novas doses no calendário de vacinação
Programa Nacional de Imunizações acrescentou que demandas médicas pelas vacinas já eram antigas | Foto: Guilherme Testa

O Ministério da Saúde estuda incluir duas novas doses no calendário de vacinação do País. Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações conta com um total de 19 doses. A previsão é de que, no próximo ano, sejam incluídas a vacina pneumo 13 para indivíduos imunodeprimidos - e que só será feita em centros de referência para imunobiológicos especiais - e a vacina meningo ACWY para adolescentes de 12 e 13 anos.


 


"Como o Brasil é muito grande, são milhões de doses de vacina que se precisa para fazer essas novas introduções. Está tendo toda uma negociação para saber quais os laboratórios que podem produzir e a disponibilidade de recursos. Tudo isso vai ser levado em conta na hora dessas introduções", afirmou a coordenadora substituta do Programa Nacional de Imunizações, Ana Goretti Maranhão.


 


 


De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações, a vacina pneumo 13 previne cerca de 90% de doenças graves como pneumonia, meningite e otite, causadas por um total de 13 sorotipos de pneumococo. Já a meningo ACWY protege contra meningites e infecções generalizadas, causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y.


 


 

Imunizações


 


"Essas duas vacinas foram amplamente discutidas no comitê técnico assessor de imunização do PNI (Programa Nacional de Imunizações). Eles aprovaram essas introduções, dependendo da disponibilidade. Ninguém vai colocar uma vacina que a gente não tenha absoluta certeza da sua sustentabilidade", reforçou Ana Goretti Maranhão.


 


 


A coordenadora substituta do Programa Nacional de Imunizações acrescentou que as demandas médicas eram antigas. "A gente vem discutindo isso sempre com muita responsabilidade, porque não é só dizer 'Vou introduzir'. A gente precisa ter absoluta certeza de que vai ter a vacina e de que vai ter o recurso para que possa colocar dentro do calendário nacional de imunização."


 


Durante a 20ª Jornada Nacional de Imunizações, no Rio, foram anunciadas ainda a ampliação da vacina dTPa - que combate a difteria, o tétano e a coqueluche - para estagiários de medicina, enfermagem e fisioterapia e uma alteração no tratamento de pré-exposição da raiva, que passará a ser feito não mais em três, mas em duas doses.

FONTE: Agência Brasil

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